Para a Receita Federal, as principais suspeitas recaem sobre a servidora do Serpro, Adeildda Ferreira Leão dos Santos, que operava o terminal número 08, de onde foram disparadas as ordens para a extração e impressão das cópias da Declaração do Imposto de Renda do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, além de outros três importantes aliados do candidato tucano. Do terminal de Adeilda também foram acessados os dados cadastrais dos tucanos, da filha de José Serra, Verônica, e até de familiares do candidato, como o concunhado Gregório Preciado.
Para o advogado de Adeildda Marcelo Panzardi, existe um esforço da Receita Federal para por sobre a cliente dele toda a responsabilidade por um episódio que envolve diretamente a Receita. O advogado reafirma que a cliente dele não tem envolvimento com o caso.
- A Adeildda jamais participou de qualquer balcão de negócio para a venda de informações ou com objetivo político. Reafirmamos que a Adeildda foi usada por alguém - afirmou.
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